Aeroflex firma apoio ao Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba

A Aeroflex passa a apoiar o Hospital Pequeno Príncipe, referência nacional em assistência, ensino e pesquisa relacionados à saúde infantojuvenil. A parceria é firmada no ano em que a empresa comemora 10 anos de sua fundação e busca desenvolver ações socialmente responsáveis.

“Esta foi a maneira que encontramos para apoiar as pesquisas que garantem a esperança de crianças brasileiras com câncer. Elas que um dia terão a tarefa de tornar este país melhor”, revela Ricardo Freitas, diretor técnico da Aeroflex.

A instituição filantrópica, mantida pela Associação Hospitalar de Proteção à Infância Doutor Raul Carneiro – uma organização sem fins lucrativos –, atua na proteção dos direitos de meninas e meninos brasileiros por meio de assistência em saúde, ensino, pesquisa e mobilização social.

A cada ano, a entidade recebe cerca de 120 novos pacientes. Entre os principais cânceres tratados no hospital estão as leucemias, o linfoma não-Hodgkin, o linfoma Hodgkin, e o tumor de Wilms. A maior parte dos atendimentos da área, cerca de 80%, é feita pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“O Hospital Pequeno Príncipe é referência nacional em tratamento e pesquisa de crianças com câncer, e a Aeroflex quer contribuir com esta causa”, aponta Geisa Cividini Miksza, diretora de compras.

O Hospital Pequeno Príncipe tem 12 leitos dedicados exclusivamente ao tratamento de crianças com câncer pelo SUS mais três leitos para medula óssea. Por ano, o setor soma uma média de 1 mil internações.

Para Marcio Miksza, diretor comercial da Aeroflex, a iniciativa está alinhada aos principais valores da Aeroflex: ética, respeito, compromisso e comprometimento. “É importante ajudar quem se propõe a ajudar o próximo”, afirma.


É importante saber…

– No Brasil, devem ser registrados cerca de 12 mil novos casos de câncer entre crianças e adolescentes por ano.

– O câncer é a principal causa de morte por doença no público infantojuvenil.

– Somente em 2011 (último levantamento realizado), foram registrados 2.812 óbitos decorrentes da doença no Brasil, na faixa etária de zero até 19 anos.

– Em crianças e adolescentes, o câncer têm períodos de latência curtos, são mais agressivos e crescem rapidamente.

– A boa notícia é que a doença tem grandes chances de cura. Cerca de 70% dos casos podem ser curados, se forem diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados.

– O tipo de câncer infantojuvenil mais comum é a leucemia, que representa entre 25% e 35% dos casos.

– Os tumores do sistema nervoso central são os mais frequentes tumores sólidos verificados em crianças e ocorrem, principalmente, entre meninos e meninas menores de 15 anos.

Fonte: Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca)

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Serviço em números (2015) do Pequeno Príncipe

– 8.782 atendimentos ambulatoriais;
– 940 internações;
– 3.243 sessões de quimioterapia;
– 21 transplantes de medula óssea.

*Além disso, o Serviço de Oncologia, Hematologia e TMO conta com o suporte e o apoio das outras áreas do Pequeno Príncipe, como centro cirúrgico, UTIs, Centro de Imagem e serviços de Nutrição, Psicologia e Fisioterapia.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Complexo Pequeno Príncipe